sexta-feira, 1 de novembro de 2019

A CONQUISTA DA VERDADE 5


Parte 5 – Ilusão e Realidade

    Demóstenes, um dos mais célebres oradores atenienses, dizia: “É extremamente fácil enganar a si mesmo, pois o homem sempre acredita no que deseja”.
    O termo  “Samsara”, nas diversas religiões orientais, tem como significado “o mundo das ilusões”. Elas afirmam que a maioria dos seres humanos vive neste universo fictício, razão pela qual está presa no círculo dos renascimentos, e que todo sofrimentos provém de não sabermos distinguir a ilusão da realidade. Asseguram ainda que para atingirmos a espiritualidade, seria necessário extinguirmos as fantasias do mundo físico, aniquilando assim o “ego”, conjunto de ilusões que nos afastam do senso de realidade.
    Alimentar a aparência requer viver em função da imaginação que se faz de si mesmo, da busca pelas sensações, na expectativa de “ter” ou de agradar os outros.
    Não que não se queira ver, está momentaneamente fascinado, e portanto impossibilitado de enxergar a realidade. Só podemos modificar aquilo que conseguimos ou queremos ver.
    O fascinado não consegue  “descerrar os olhos” porque vive subjugado pela irrealidade do seu ego fantasioso, desejoso, individualista e míope.
Em muitas ocasiões, recusar a verdade ou não se permitir reconhecer a realidade se prende a um mecanismo de defesa inconsciente usado para bloquear a consciência as coisas que ameaçam os valores mais íntimos do indivíduo. Outras vezes a busca ansiosa dos desejos não revelados,  entram no mar das  utopias  buscando  possuir nuvens ilusórias, que se desfazem ao  sopro de leve brisa, levando às decepções e sofrimentos, que por sua vez são benéficos, porque  trazem  a realidade não percebida anteriormente.
    Em muitas circunstâncias, pensamos que a máscara (persona) que  utilizamos é a nossa verdadeira essência.
    Forçar, obrigar ou revelar a realidade negada pode ser uma medida precipitada e perigosa. Cada um tem seu momento de despertar. Não respeitar isso, é agressão, é improdutivo.  Importante lembrar que, conforme o Livro do Eclesiastes, “Há um momento para tudo e um tempo para todo propósito debaixo do céu...tempo de plantar e um tempo de arrancar a planta.”
    Entretanto os pontos fracos nos tornam vulneráveis a ascendência de Espíritos ignorantes. O obsessor não causa a fascinação. Apenas se aproveita dos núcleos mal elaborados da psique humana, agravando o desajuste ali instalado.
    Somente tomaremos soluções sensatas diante de situações enganosas quando já tivermos adquirido a capacidade de enxergar os fatos e acontecimentos tais quais são na realidade.

“...Como não há pior cego do que aquele que não quer ver, quando se reconhece a inutilidade de toda tentativa para descerrar os olhos do fascinado, o que  há de melhor a fazer é deixa-lo com suas ilusões. Não se pode curar um enfermo que se obstina em conservar seu mal e nele se compraz.”

Fonte: A Imensidão dos sentidos – Hammed
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A CONQUISTA DA VERDADE 4


Parte 4  -  Auto-Percepção

     O esforço para adquirirmos o auto-descobrimento nos leva às vivências das variadas experiências que nos apresenta no decorrer de nossas jornadas. Entretanto as preocupações giram em torno do imediatismo, da ambição do triunfo, sem resposta de paz interior.
     A busca desenfreada de posses, muitas vezes insaciáveis, leva às depressões, à ansiedade, e à solidão íntima não obstante às inúmeras interações  próprias das mídias e eventos sociais.
     Necessário recorrer aos valores éticos e morais: a coragem para decifrar-se, a confiança no  êxito, o amor como manifestação elevada, a verdade está acima dos caprichos, dos dogmas instituídos, da proclamação veiculada pelos meios jornalísticos  tendenciosos.
     Nota-se aí o esforço íntimo a não se imiscuir dos as  considerações acatadas pela maioria iludida pelos interesses econômicos, políticos  e de alguns segmentos religiosos.
     É do agrado de algumas personalidades neuróticas fugirem de si mesmas, ignorarem-se ou não saberem dos acontecimentos a fim de não sofrerem. A ignorância amedronta, o desconhecido produz ansiedade, sendo todos estados de sofrimento.
     O autodescobrimento é um processo de parto, impondo a coragem para o acontecimento que libera trazendo paz e libertação.
     Examinar as possibilidades com decisão e enfrenta-las, sem desculpismos.
     A verdade é o encontro com o fato que deve ser digerido, de modo a retificar o processo, quando danoso. Ignorando-o mantem-se a insegurança.
     O esforço e a coragem para levantar-se, o ânimo a prosseguir, as turbulências emocionais que o intimidam e levam à ressentimentos
devem ser aos poucos substituídas pelo prosseguimentos de  programas simples de ações individuais que liberam as toxinas mentais, proporcionando estados de renovação e  equilíbrio.
     Refletir sobre o que é o essencial e o que é secundário,  optando pelo melhor.  A confusão dos sentimentos transforma a busca das sensações em realização fundamental, relegando-se a plano inferior as expressões da emoção elevada do amor a si próprio e aos semelhantes.
     A aquisição da verdade amadurece o homem, que a elege e habitua-se à sua força libertadora, pois que, somente há liberdade real, se esta decorre daquela que o torna humilde e forte, aberto a novas conquistas e a níveis superiores de entendimento.
Fonte: Série Psicológica Joana de  Ângelis
Autores Diversos
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A CONQUISTA DA VERDADE 3

Parte  3 –  Legítima alforria

É fácil depararmos com verdades em todos os lugares. Conceitos frágeis, ideias estapafúrdias, pensamentos sem estrutura lógica, apresentando-se como verdades, são acolhidos com esmero.
Espalham-se as verdades de cada um em lutas de facções, de classes, de correntes  que desejam dominar.
A verdade, porém, paira sobranceira, imperturbável, acima das paixões, aguardando blindar-se àqueles que aspiram às concepções elevadas, á aspiração ao conhecimento, à razão.
Tudo quanto aflige, apaixona, agrilhoa; está longe da verdade, sendo mais uma alucinação que outra coisa.
A verdade liberta, acalma e dulcifica. Opera-se com lentidão, segurança e reflexão, produzindo a transformação interior daquele que lhe facultou conquistar.
No entanto, é necessário submeter tuas crenças ao crivo da razão, da lógica do bom senso.
Para isso, as críticas e admoestações que te fazem não te devem perturbar.
Não desista de seus projetos e ações diante das verdades  transitórias do mundo. Não lhes dê atenção, sem considerar as opiniões contra ti, os comentários  ácidos, eis que perdem o sentido, não te alcançando jamais. Valorizando-os tornam-se verdades que te incomodam e perturbam a marcha.
És  livre para agir, o mais não tem importância, exceto se preferes valorizá-lo. Segue tranquilo, amparado pela verdade que felicita sempre.
Série Psicológica Joana de Ângelis
Autores diversos

A CONQUISTA DA VERDADE 2


Parte 2 –Aparência Superficial

Filósofos racionalistas modernos como Descartes indicam o exame de consciência para saber o que podemos conhecer e quais auxílios devem ser oferecidos ao nosso intelecto para que controle e domine a nossa vontade e a submeta ao verdadeiro.
Fixar algo que a partir de então deve ser a verdade, inventar uma designação das coisas igualmente válida e obrigatória e se institui a legislação das leis da verdade, surge o contraste entre a verdade e a mentira, a dissimulação. O erro, o falso e a mentira se referem à  aparência superficial e ilusória das coisas e surgem quando não conseguimos alcançar a essência das realidades, é um engano no juízo.
Qual a condição para o conhecimento verdadeiro? A evidência, isto é; a visão intelectual da essência de um ser, por intuição, dedução ou indução.
As impressões sensoriais variam conforme o estado de nosso corpo, somente o intelecto (espírito) vê o ser verdadeiro.
A verdade depende de nosso querer, de nossa vontade para dizê-la, silencia-la ou deformá-la.
O conhecimento das verdades necessárias e eternas, elevando-nos ao conhecimento de nós próprios e de Deus, e é o que nos distingue dos animais e nos permite chegar à razão.
As verdades da razão são necessárias, e as verdades de fato são contingentes,  as práticas, os teoremas de especulação e postulados.
Portanto, o conceito sobre a verdade é rico de propostas relativas. Entretanto tudo  quanto é exato, real e confere com a razão pode ser assim considerado.
A busca do Self, de alguma forma, redundará no encontro com a verdade, com a vida  no seu sentido mais profundo, com a iluminação, a libertação de todos os atavismos e complexidades perturbadoras.
As condutas alienantes constituem mecanismos de fuga da realidade, portanto da verdade em si mesma. Para que haja uma inversão da conduta torna-se inadiável o processo terapêutico de recomposição da personalidade mediante a reflexão, diálogos, liberação de traumas e conflitos, se libertando do marasmo, do pessimismo, do autodesamor.
A verdade gera bem estar psicológico, alegria de viver, saúde interior e coragem para novos desafios existenciais.
No processo de busca da verdade, a análise e reflexão do comportamento desempenham papéis fundamentais, porque não se pode mascarar a conduta tornando-a aceita sem que possua caráter legítimo.
A honestidade impõe consciência de valor. Analisar o comportamento revestido de coragem, que por poucas vezes admite o erro, sendo que se sente credor de toda consideração em detrimento dos outros.
A coragem enfrentará o medo, a humilhação, a queda do orgulho, verificando a insensatez da ilusão em torno da falsa superioridade ou da tormentosa inferioridade.
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R.B.L.
Série Psicológica Joana de Ângelis


quinta-feira, 31 de outubro de 2019

A CONQUISTA DA VERDADE 1

Parte 1


Segundo Sócrates só age erradamente quem desconhece a verdade.
O conhecimento da verdade é libertador, fixa no pensamento e nas ações, orientando o ser no seu desenvolvimento iluminativo.
“Conhecereis  da verdade e a verdade te libertará” (Jesus)
Só voltando-se para seu interior o homem chega à sabedoria e se realiza como pessoa.
Para conduzir-se é preciso auto-domínio
Livre é quem não se deixa escravizar pelos próprios apetites.
A troca de ideias dá liberdade ao pensamento.
A premissa de que nada sabemos, apresentamos as opiniões, e percebemos as contradições ou ignorâncias para chegar a uma depuração intelectual (dor do parto) que é o nascimento das ideias (maiêutica), e a reconstrução do conceito, polindo os conceitos, até chegar ao  conceito verdadeiro.
O sábio deve começar pela educação  do corpo, que permite controlar o físico.
“Conhece-te a ti mesmo” nos recomenda Jesus. O reconhecimento da própria ignorância é o primeiro passo para a busca da verdade.
A verdadeira descoberta está no interior da alma humana e não fora dela.
É possível romper com o dogmatismo se formos capazes de uma atitude de estranhamento diante das coisas que nos são familiares. Olhar com outros olhos.
Vivemos entre os conflitos das verdades reveladas (divinas) e verdades alcançadas (razão, e ciência) , por não alcançarmos a essência dos  fatos. O fator digladiador entre a ciência profana e a fé religiosa.
Em grego, verdade se diz alétheia, significando “o não esquecido”, o que remete ao mito de Er.
Platão fala da verdade como “o que é lembrado, o não escondido, não dissimulado”, aquilo que se manifesta ou se mostra aos olhos do corpo e do espírito. O verdadeiro se opõe ao falso, que é evidente,
O verdadeiro é o ser e o falso é o parecer.
A verdade se relaciona com a presença, a cumplicidade de alguém.
“Somente quando o ser humano desperta realmente para a consciência de si mesmo, das responsabilidades e disciplinas que lhe dizem respeito é que tem início o processo  de descobrimento da verdade e do dever”.
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Fontes: Introdução à Filosofia - Autores diversos



segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Atendimentos


C.E.Cairbar Schutel - Americana - Rua Manoel Bandeira, 354

               Assistência Espiritual :

           - 2ª Feira às 19:00 hrs. 

            - 3ª Feira às 14:00 hrs.
  
                  - Sábado às 17:30 hrs.

     - Preleção do Evangelho
     - Atendimento fraterno
     - Passes


   Escola de Aprendizes do Evangelho à Distância:

É a mesma Escola realizada em sala de aula, só que na linguagem escrita (carta ou on-line) . Seu intuito é atender aos interessados em fazer Escola, mas na condição de impossibilitados reais  de estar dentro de um Centro Espírita vivenciando-a.
(terça-feira)


     Samaritanos:     

Assistência domiciliar levando a mensagem do evangelho e conforto espiritual através de visitas à pessoas doentes, idosos, impossibilitados de comparecer  ao Centro Espírita.
(terça-feira 15:oo horas)

         Escola de Aprendizes do Evangelho:

É um programa organizado para proporcionar a Vivência do Cristianismo como proposta essencial de aperfeiçoamento moral da Humanidade através da Reforma Íntima do ser. Busca a renovação do homem em seus sentimentos, pensamentos e atitudes, proporcionando-lhe experiências de verdadeiro auto-conhecimento e despertamento de seus ideais divinos.
Não se trata de um curso como habitualmente se entende a partir da palavra “escola”, mas sim de um processo de Iniciação Espiritual baseado no Evangelho de Jesus, entendido como a forma mais pura de vivenciar a proposta religiosa do Espiritismo para o Bem da humanidade.



    Caravanas de  evangelização e auxílio:

Abrigo de Dependentes de alcool ,  Drogas  e moradores de rua 

     Curso de Médiuns:   (4ª Feira-19:30 hrs)
É a preparação teórico-prática de médiuns em 72 aulas de 90 minutos. Seu objetivo é educar os médiuns para o desenvolvimento e uso da mediunidade voltada para os trabalhos evangélicos tendo como base os princípios da doutrina espírita.

      Evangelização infantil:  (sábado – 9:30 às 10:30)

Tem como objetivo cultivar no espírito da criança desde o alvorecer da vida o entendimento da prática das boas obras, a aquisição da moral cristã e do saber.
Divide-se em Jardim (4 a 6 anos)
Primário ( 7 a 9 anos)
Intermediário ( 10 a 12 anos)

   Mocidade Espírita:  (sábado 9:30 às 11:00 hrs)

Tem por objetivo promover a construção da base religiosa e moral da juventude, preparando o  jovem para assumir uma posição participativa dentro da Doutrina Espírita e do mundo.
(Idades entre 14 a 18 anos)

     Escola de Pais (Sábado das 9:30 às 10:30)

            É um programa de estudos voltado à orientação da família, desenvolvido semanalmente, para os pais que frequentam a evangelização infantil. É uma reunião aberta a diálogos, sem a pretensão de ser um curso  espírita/doutrinador.
  








Lótus Divino


     Somos feitos à imagem e semelhança de Deus. Entenda-se que no aspecto espiritual. Dependemos da matéria para a realização das  experiências reencarnatórias, do ouvir, falar exercer as funções da interação com o meio que nos circunda.
     Sabemos que além da parte material, somos formados por um campo de energias que não conseguimos perceber.  São os receptores e transmissores de energia cósmica e espiritual; alimentadores do metabolismo perispiritual
, ou os centros de força.
     O Centro coronário ou Lótus Divino localiza-se na região central do cérebro e rege a atividade funcional dos órgãos. Assimila os estímulos do plano superior,  orienta o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada. Supervisiona ainda os outros centros, todos interligados a ele e entre si.
      O que denominamos de Lótus Divino se ramifica no corpo espiritual, que se ajusta com  na planura craniana que, por sua vez, interliga-se de maneira indireta as glândulas endócrinas e ainda filtra o éter cósmico, que nos serve de matéria pensante no invólucro da carne e, para nós outros, no mundo espiritual.
      Ele é o centro pleno de estímulos a todos os outros de menor importância em relação à sua grandeza. É também chamado de flor de mil pétalas, a esplender um perfume inebriante. Quando a alma tem pureza de sentimentos, aos olhos do clarividente é como se fosse  de claridade resplandescente , em alguns, tendo grandes estrias de um azul encantador.
      Achamos que esse pequeno prisma do chacra coronário nos leva a uma responsabilidade maior sobre a vida. A natureza convida-nos a nos prezar mais e engrandece o nosso amor ante a bondade de Deus. O corpo físico constitui a soma de todos os esforços de bilhões de anos. É como uma usina incomparável, uma roupa celestial, na qual o Espírito pode viver na Terra para alcançar o céu.
      E os outros corpos que a alma usa? Certamente são mais complexos, e só agora a coletividade está começando a ter uma idéia pálida das suas constituições e de seus efeitos diante do corpo físico; E tudo isso é comandado pela mente, energismo poderoso, capaz de destruir ou sublimar a matéria condensada que serve para o seu roteiro no mundo.
      Ainda é cedo para que possamos revelar a engrenagem do Lótus Divino, a sua amplitude e desempenho junto ao progresso do Espírito. Os corpos somáticos estão constantemente perfurados por milhares de raios, que chegam de todas as direções, sem, com isso, afeta-los de modo a temer a existência. O éter cósmico, bem sabemos, interpenetra tudo, até mesmo a matéria mais rarefeita. Canta com harmonia celestial no mundo interatômico, conservando a unidade nuclear. Todavia, ao penetrar no vórtice coronário, este lhe serve de reator, transformando-o em fluido plasmático, de modo a nos dar meios para pensar, formar as idéias e poder colocar a razão em pleno funcionamento, para que o verbo se expresse e a escrita se materialize. E ainda tem outras funções!
      Agora vamos ao nosso principal objetivo: o fluido vivo que usamos e que, na sua virgindade plena, grava as nossas emoções, é veiculo dos nossos pensamentos. No entanto, é cegamente obediente às leis universais. Pelo que nele escrevemos, com as nossas atitudes, somos responsáveis.
      Antes que as nossas ideias sejam emitidas pela mente, para a viagem, em primeiro plano, por todo o cosmo orgânico, deixam os primeiros resíduos com o seu próprio criador, resíduos esses que poderão ser corrosivos ou regenerativos, de acordo com a natureza das ideias. Podem intoxicar a organização psicofísica ou revitaliza-la, de conformidade com a sua composição congênita.
      Conhecendo essa verdade, a inteligência nos propõe uma renovação de conceitos, uma mudança de atitudes, uma completa reforma em toda a área da mente, pois é nesse centro de vida que se inicia a felicidade.
Livro: Horizontes da Mente - Miramez

    A flor de Lótus nos remete a evolução do ser humano e a superação de obstáculos em busca da consciência plena, expandir a consciência em mil pétalas.
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