Os Espíritos evoluídos, que são as virtudes do mundo espiritual, ‘como uma imensa multidão
que se movimenta desde que receberam as instruções devidas’, espalham-se sobre toda a Terra.
Semelhantes às estrelas cadentes, vêm iluminar o caminho para os que enxergam e abrir os olhos
aos que não enxergam.
Eu vos digo, em verdade, são chegados os tempos em que todas as coisas devem ser restabelecidas
em seu sentido verdadeiro para dissipar as dúvidas, confundir os orgulhosos e destacar os
justos.
As grandes vozes do mundo espiritual ressoam como o som da trombeta, e os coros dos Espíritos
se reúnem. Humanos, nós vos convidamos ao concerto divino. Que vossas mãos tomem a lira;
que vossas vozes se unam, e que num hino sagrado se estendam e vibrem de uma extremidade a
outra do Universo.
Humanos, irmãos a quem amamos, estamos junto de vós. Amai-vos também uns aos outros, e dizei
do fundo do vosso coração, fazendo as vontades do Pai Celestial: “Senhor! Senhor!” e podereis
entrar no reino espiritual. O Espírito de Verdade
Assistência Espiritual do sábado às 18 horas.
Quem Somos: Grupo integrado a Aliança Espírita Evangélica, com sede em Americana à Rua Manoel Bandeira, 354 Vila Santa Inês. "Façamos sempre como alguém que nada sabe, porém com cuidado exagerado do compromisso, que assumimos, para que a vida se estabeleça na forma dos primores, a que temos direito, porém ainda mais no sentido das conquistas dos valores elevados da alma." Cairbar Schutel - 25/10/2018
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Infinito
O Espaço é infinito. Voemos pelo
pensamento. O clarão vai depressa, viajando com uma velocidade de trezentos mil
quilômetros por segundo. Quarenta minutos para atingir Júpiter; uma hora para
chegar a Saturno, quatro horas para tocar em Netuno, sete lustros e mais um ano
para atingir a estrela polar. Continuemos nosso voo em linha reta, para além
das estrelas, durante mais dois séculos, e, sempre mais longe, durante dez
séculos, cem séculos, mil séculos, sem parar, sempre avante, com a mesma
velocidade de trezentos mil quilômetros por segundo. Perdemos de vista a Terra,
o sistema Solar, o próprio Sol, tornado estrela e, pouco a pouco, desaparecido;
também perdemos de vistas as principais estrelas que observamos da Terra e
todas as constelações que, gradativamente se deslocaram pela mudança de
perspectiva; atravessamos regiões estelíferas desconhecidas ao nosso planeta; depois imensos desertos desprovidos de sóis;
roçamos em nosso voo, por mundos mais maravilhosos do que os anéis de Saturno,
fantásticos cometas, sóis de clarões fulgurantes, faróis incandescentes lançando
todas as cores do prisma através da imensidade; adivinhamos moradas estranhas,
povoadas de seres sobrenaturais para nós outros, extraterrestres,
extra-solares; porém nenhuma atração nos deteve, e continuamos nosso voo, em
linha reta, durante dez mil, cinquenta mil, durante cem mil, um milhão, dez
milhões de séculos, sempre com a mesma velocidade.
Onde estamos? Que caminho percorremos? Onde está a
fronteira? Onde o Universo termina?
Não avançamos um passo! Estamos
no vestíbulo do Infinito! Poderíamos viajar assim, nessa mesma direção ou em
outra qualquer, durante a eternidade inteira: não nos aproximamos jamais do
término. Que existe para além? Novos céus ainda. É o Infinito. Sem fim. Nem
alto nem baixo. Nem direita nem esquerda.
Livro: Estela- Camille Flammarion-p. 282

quarta-feira, 15 de outubro de 2014
O notável Jan Huss
“-
Querido povo de Praga, agradeço sua confiança e seu carinho, que aquecem
sobremaneira meu coração. É por vocês o meu trabalho, e peço a Deus que me guie
nessa difícil tarefa de abrir os olhos daqueles que o mantém fechados para os
erros da igreja. Os nossos dois papas, Gregório XII e Alexandre V, estão
preocupados demais tentando chefiar o mundo cristão, e não conseguem
compreender sua missão de restaurar os verdadeiros princípios cristãos dentro
da Igreja.
Distanciamo-nos
da verdade, meus irmãos, distanciamo-nos demais. A Igreja Católica desfigurou
os ensinos de Jesus, a quem sirvo com todo o meu coração. É a ele que sirvo, e
não à Igreja e a seus templos suntuosos, suas caras indulgências e seus cultos
vazios.
-
Não nos percamos nos dogmas e nas regras absurdas que do Evangelho não têm nem
vestígio. Voltemo-nos para os ensinos de Jesus – estes, sim puros e verdadeiros
– e os sigamos, colocando-os na prática de nossas vidas. Tal deveria ser o
papel da Igreja: ensinar as verdades que Jesus trouxe à Terra, sem interesses
mesquinhos de poder. O poder da Igreja precisa ser contido; não pode continuar
a ser ilimitado, ferindo e matando em nome de Jesus.
Agradeço
a confiança que por mim depositam, e prosseguirei o meu trabalho, sem descanso,
até que tenhamos o verdadeiro Evangelho
dentro de nossos templos. Que Deus nos abençoe.”
Este
foi último sermão ao povo, após sendo convidado a participar do Concílio
de Constança. Lá fora preso e julgado
pelo clero e considerado herege por
desafiar a autoridade da Igreja.
Após
a sentença Jan respondeu:
“
– Estou pronto para morrer na verdade do Evangelho, que ensinei e escrevi.
Morro a serviço de Jesus e de seus ensinamentos.”
Ao
alcançarem o local preparado para a execução, despiram-no, amarraram-no a um
poste, ajuntaram lenha à sua volta e lhe puseram fogo. Tão logo o amarraram,
Jan Huss, viu-se circundado pelas entidades espirituais que o amparavam. O
grupo de espíritos envolviam o corpo físico de Jan Huss em intensa energia,
anestesiando-lhe os centros nervosos e atenuando a dor do fogo em sua pele.
Convicto de sua decisão, ele não sentia medo. Ao contrário, a bela visão que
tinha era o prenúncio das alegrias que o aguardavam ao transpor aquele momento,
e ele elevou, em meio às chamas, melancólico canto ao Pai Celestial!
Nos
bastidores, falange de espíritos renitentes do mal, que insistiam em opor-se a
Deus e a Jesus, comprometidos em impedir o progresso da Terra, agiam de forma
muito organizada, buscando sufocar todas as formas de manifestação da verdade.
Tinham os homens sob seu controle por meio dos líderes da Igreja Católica
Romana, que muitas vezes sem consciência os serviam. Reunidos em Conselho, para
avaliar o caminho a trilhar, já que agora Huss estava liquidado, premeditavam outras
providências:
- "Diante das reformas religiosas, estudemos de perto os protestantes e suas
fraquezas, que por certo todos têm. O orgulho dos homens prossegue sendo nosso
maior trunfo. Vamos aprisioná-los à letra, afastando-os da essência à qual
muitos se ligam com genuína devoção. Transformamo-los escravos da letra morta
da Bíblia, instaurando confusão em suas maneiras de compreendê-la. À medida que se agarrem ao limitado
entendimento da Bíblia , em seu zelo pela verdade, poderemos criar entre eles a
incompreensão, a desunião e seu conseqüente enfraqu,ecimento. Irão se perder. O
orgulho fará o resto, e logo se tornarão nossos servos outra vez."
Mas
Jan Huss, retornou tempos depois como
Allan Kardec, trazendo novamente a mensagem do Evangelho redivivo, do cristianismo
primitivo.
Jan Huss
domingo, 12 de outubro de 2014
Despertar
fcesarblog.blogspot.com
O tempo é curto. É imprescindível estarmos prontos e disponíveis para fazer o trabalho que se apresenta diante de nós. Não percamos momentos preciosos correndo atrás de ilusões efêmeras, que não nos levarão a nada.
Acordemos do longo e pesado sono que nos entorpece os sentidos e, principalmente, a percepção espiritual, dificultando nossa compreensão do que é verdadeiro e perene.
Façamos uso da prece e não nos permitamos adormecer de novo. Abandonemos definitivamente a atitude que nos afasta de Deus e traz sobre nós profundo sofrimento.
É hora de despertar!
Que Jesus da luminosa morada onde nos aguarda há quase dois mil anos, nos ajude a trilhar o caminho do bem, da renúncia e do amor libertando nossas consciências e nossas vidas para iniciarmos a jornada da iluminação interior, rumo à perfeição do Criador.
Que o Mestre Jesus envolva nossos corações, bem como nossa morada terrestre, em fulgurante esperança de renovação.
(Prefácio de Lúcios no livro Jornada dos Anjos)
O tempo é curto. É imprescindível estarmos prontos e disponíveis para fazer o trabalho que se apresenta diante de nós. Não percamos momentos preciosos correndo atrás de ilusões efêmeras, que não nos levarão a nada.
Acordemos do longo e pesado sono que nos entorpece os sentidos e, principalmente, a percepção espiritual, dificultando nossa compreensão do que é verdadeiro e perene.
Façamos uso da prece e não nos permitamos adormecer de novo. Abandonemos definitivamente a atitude que nos afasta de Deus e traz sobre nós profundo sofrimento.
É hora de despertar!
Que Jesus da luminosa morada onde nos aguarda há quase dois mil anos, nos ajude a trilhar o caminho do bem, da renúncia e do amor libertando nossas consciências e nossas vidas para iniciarmos a jornada da iluminação interior, rumo à perfeição do Criador.
Que o Mestre Jesus envolva nossos corações, bem como nossa morada terrestre, em fulgurante esperança de renovação.
(Prefácio de Lúcios no livro Jornada dos Anjos)
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Mensagens extraordinárias...
Os Espíritos do Senhor, que são as virtudes dos céus, como um imenso exército que se movimenta, ao receber a ordem de comando, espalham-se sobre toda a face da Terra. Semelhantes a estrelas cadentes, vêm iluminar o caminho, e abrir os olhos os cegos.
Eu vos digo, em verdade, que são chegados os tempos em que todas as coisas devem ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido, para dissipar as travas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos.
As grandes vozes do céu ressoam como o toque da trombeta, e os coros dos anjos se reúnem, Homens, nós vos convidamos ao divino concerto: que vossas mãos tomem a lira, que vossas vozes se unam e, num hino sagrado, se estendam e vibrem, de um extremo do Universo ao outro.
Homens, irmãos amados, estamos juntos de vós, Amai-vos também uns aos outros e dizei, do fundo de vosso coração, fazendo a vontade do Pai que está no Céu: "Senhor! Senhor!" e podereis entrar no Reino dos Céus.
Prefacio do Evangelho Segundo o Espiritismo
Eu vos digo, em verdade, que são chegados os tempos em que todas as coisas devem ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido, para dissipar as travas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos.
As grandes vozes do céu ressoam como o toque da trombeta, e os coros dos anjos se reúnem, Homens, nós vos convidamos ao divino concerto: que vossas mãos tomem a lira, que vossas vozes se unam e, num hino sagrado, se estendam e vibrem, de um extremo do Universo ao outro.
Homens, irmãos amados, estamos juntos de vós, Amai-vos também uns aos outros e dizei, do fundo de vosso coração, fazendo a vontade do Pai que está no Céu: "Senhor! Senhor!" e podereis entrar no Reino dos Céus.
Prefacio do Evangelho Segundo o Espiritismo
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
A Codificação Espírita
A humanidade passou por vários períodos
de amadurecimento moral e intelectual.
Desde a vida nômade atrás da caça
e frutos, essencialmente instintiva, a
descoberta do fogo, o aprendizado da agricultura, a criação do arado, da roda,
da metalurgia.
A formação das civilizações
organizadas em Estado, a divisão das classes sociais.
E quando a sociedade já
preparada, vários acontecimentos vieram para
dar impulso:
·
Moises revelou o conhecimento de um Deus único e os
10 mandamentos)
·
Jesus,
revelou a vida futura, as provas e recompensas que esperam o homem depois da
morte. Considera Deus como Pai justo e
amoroso.
·
A difusão do
cristianismo pelo mundo e com o tempo sua profanação materialista e dogmática.
·
(John
Wycliff, que depois reencarnou como Leon Denis) professor em Oxford,
pertencente a igreja inglesa, resistente
à influência de Roma, começa a pregar contra a soberania do Papa, condenando as
indulgências tabeladas dos pecados.
·
John Huss (que
depois reencarnou como Rivail) No século XIV foi reitor da Universidade de
Praga, professor e ligado ao clero . Em seus sermões inflamados combatia o luxo
do clero, a tirania da igreja, o descaso pelos pobres, as vendas das
indulgências, os falsos milagres... seu destino seria a morte na fogueira.
·
A Reforma Religiosa no século XVI
por Lutero na Alemanha.
·
Revolução Francesa acabando com o
absolutismo dos reis, trazendo a idéia da Liberdade, Igualdade, Fraternidade.
(1789) e as Independências dos países na América e África.
·
As Teorias do
Evolucionismo de Lamarck e Darwin. (século XIX)
·
Iluminismo
buscando a Deus com a luz da razão.
·
Revolução
Industrial - a máquina substituindo a força braçal (invenção do tear mecânico,
da luz elétrica, máquina a vapor.)
A Codificação Espírita, Através do Espírito da Verdade, trazendo à luz a Revelação da Verdade da existência
humana e após ela. Imortalidade da Alma, as Leis Morais e a vida futura. Pelo Espiritismo , o homem sabe de onde vem,
para onde vai, porque está na Terra, porque sofre temporariamente, e vê, por
toda parte a justiça de Deus. Sabe que a alma progride, através de uma série de
existências, até que haja alcançado a perfeição, que pode aproximá-la de Deus.
Allan Kardek
Para melhor compreensão de
alguns aspectos de sua vida, preferimos dividi-la em duas fases distintas: a
primeira em que, desde o seu nascimento até a idade dos 50 anos, foi
conhecido por Hippolyte Léon Denizard Rivail; e a segunda, quando se tornou
espírita e passou a assinar Allan Kardec.
1ª fase:
Allan Kardec nasceu em Lyon (França), a 3 de outubro de 1804 e foi registrado sob o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail.
Iniciou seus estudos na escola
de Pestalozzi (em Yverdun, Suiça). A educação transmitida por Pestalozzi
marcou profundamente a vida futura do jovem Rivail.
Dotado de notável inteligência,
logo atraído para o ensino pelo seu caráter e suas aptidões especiais, já aos
14 anos ensinava àqueles que não sabiam.
Falava várias línguas.(inglês, alemão, francês, holandês, italiano e espanhol).
Sua família católica, num país
com muitos protestantes.
|
Tornou-se educador e entusiasta
do ensino. Durante 30 anos (de 1824 a 1854), dedicou-se inteiramente ao ensino
e foi autor de várias obras didáticas, que em muito contribuíram para o
progresso de educação, naquela época.
Era membro de várias sociedades
sábias, entre elas a Academia Real de Arras, que o premiou com um estudo sobre
o melhor sistema de estudo em harmonia com as necessidades da época.
Escreveu numerosas obras e
programas educacionais, muitos utilizados por anos na França.
Casou-se com Amélie Gabriele,
professora de Artes da Escola criada por ele.
Em Paris. As mesas girantes eram a ocupação
preferida da aristocracia francesa, de preferência nos salões em que se reuniam
para um café ou chá. A maioria ia pela curiosidade de saber sobre coisas frívolas . Muitos
levavam na brincadeira e não acreditavam realmente. Os jornais criticavam a “ociosidade moral e
intelectual. – “Ela se acha enamorada do magnetismo e da magia.”
Rivail é convidado por seu amigo
Fortier a comparecer em companhia dele a casa da Senhora Plainemaison. Tempos
depois outro amigo, Sr. Carlotti, também o convida a presenciar os fenômenos, e
segundo suas palavras eram provocados
pela alma dos mortos, e não pelas explicações que os céticos procuravam
explicar.
Mas foi com a família Baudin, que
recebeu as mensagens através das meninas Julie e Caroline.
Passa então a observar estes fenômenos;
pesquisa-os cuidadosamente, graças ao seu espírito de investigação, que sempre
lhe fora peculiar, não elabora qualquer teoria pré-concebida, mas insiste na
descoberta das causas.
Aplica a estes fenômenos o método
experimental com o qual já estava familiarizado na função de educador; e,
partindo dos efeitos, remonta às causas e reconhece a autenticidade daqueles
fenômenos.
Convenceu-se da existência dos
espíritos e de sua comunicação com os homens.
Grande transformação se opera na vida do prof. Rivail: convencido de sua condição de espírito encarnado, adota um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec.
Grande transformação se opera na vida do prof. Rivail: convencido de sua condição de espírito encarnado, adota um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec.
De 1855 a
1869, consagrou sua existência ao Espiritismo; sob a assistência dos Espíritos
Superiores, representados pelo Espírito da Verdade, estabelece as bases da
Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: Filosófico, Científico e
Religioso.
Obras básicas da Codificação :
Livro dos Espíritos, (1857)
Livro dos Médiuns (1861)
O Evangelho (1864),
O Céu e o Inferno (1865)
A Gênese (1868)
Obras Póstumas, contribuiu com outros livros básicos de
iniciação doutrinária. A estas obras junta-se a Revista Espírita, “jornal” de estudos psicológicos, lançado a 1º de
janeiro de 1858 e que esteve sob sua direção por 12 anos.
É também de sua iniciativa a
fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 1º de abril de 1858 -
primeira instituição regularmente constituída com o objetivo de promover
estudos que favorecessem o progresso do Espiritismo.
Assim surgiu o Espiritismo: com a
ação dos Espíritos Superiores, apoiados na maturidade moral e cultural de Allan
Kardec, no papel de codificador.
REVELAÇÃO: O caráter essencial de toda revelação deve
ser a verdade. Revelar é dar a conhecer. Todas as religiões tiveram os seus
reveladores, e embora estivessem longe de haver conhecido toda a verdade,
tiveram a sua razão de ser providencial, porque eram apropriados ao tempo e ao
meio que onde viviam., semearam os germens do progresso que, mais tarde
deveriam desabrochar.
O Espiritismo, dando-nos a
conhecer o mundo invisível, que nos envolve e no meio do qual vivemos sem disso
desconfiarmos, as leis que o regem, suas relações com o mundo visível, a
natureza e o estado dos seres que o habitam,e, em conseqüência, o destino do
homem depois da morte, é uma verdadeira revelação.
Com a máxima “Fora da caridade não há salvação”,
procura ressaltar a igualdade entre os homens, perante Deus, a tolerância, a
liberdade de consciência e a benevolência mútua.
E a este princípio cabe juntar
outro: “Fé inabalável é aquela que
pode encarar a razão face à face, em todas as épocas da humanidade”. Esclarece
Allan Kardec:
“A fé raciocinada que se apóia nos fatos e na lógica, não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo, quando se compreendeu”.
“A fé raciocinada que se apóia nos fatos e na lógica, não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo, quando se compreendeu”.
Denominado “o bom senso
encarnado” pelo célebre astrônomo Camille Flammarion, Allan Kardec desencarnou
aos 65 anos, a 31 de março de 1869.
Em seu túmulo, no cemitério de
Père Lachaise (Paris), uma inscrição sintetiza a concepção evolucionista da
Doutrina Espírita: “Nascer, Morrer,
Renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.
Morre em 1869 aos 65
anos, de um aneurisma, ainda em árduo trabalho.
“Perante as rajadas do
materialismo a agitar o oceano da experiência terrestre, a obra kardekiana
assemelha-se, à embarcação providencial que singre as águas revoltas com segurança.
Por fora, grandes instituições que pareciam grandes venerandos navios estalam
nos alicerces, enquanto esperanças humanas de todos os climas, lembrando barcos
de todas as procedências, se entrechocam na fúria de elementos, multiplicando
as aflições e os gritos dos náufragos que bracejam nas trevas.
A obra espírita é a
embarcação acolhedora, consagrada ao amor do bem. Urge, desse modo, que os
tripulantes felizes não se percam nos conflitos palavrosos ou nas divagações
estéreis.
Trabalhemos, acendendo
fachos de raciocínio para os que se
debatem nas sombras.
Todos concordamos que
Allan Kardek é o apóstolo da renovação humana, cabendo-nos o dever de dar-lhe
expressão funcional aos ensinos, com a obrigação de repartir-lhe a mensagem de
luz entre os companheiros de humanidade.
(Obras Póstumas, Nos Céus
da Gália, Justiça Divina, A Gênese)
quarta-feira, 23 de julho de 2014
LUZ E TREVAS
Para as almas que se encontram envolvidas nas trevas, quando despertarem em seus corações o entendimento da verdade, tudo se tornará claridade em seus caminhos. As trevas são escolas onde a luz pode se mostrar aos espíritos rebeldes, tal qual acontece na Terra onde há os presídios para os infratores da lei, como trevas para eles, com a finalidade de torná-los homens de bem. Essa transformação pode até demorar, mas todos chegarão a ela.
A experiência nos mostra que não existe outro caminho para a educação dos espíritos rebeldes, a não ser a dor que acorda a alma para a realidade.
Todos devemos sempre fazer revisão dos nossos atos, e onde for preciso modificar, operemos com amor, condicionando o bem em todos os departamentos da nossa vida. A luz para vermos se encontra no céu de nós mesmos.
Acendamos essa luz.
Assinar:
Postagens (Atom)





.jpg)
.jpg)